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	<title>Blog da Gherpelli Consultoria</title>
	<link>http://blog.gherpelli.com.br</link>
	<description>Assuntos pertinentes a atividade de consultoria em gestão de processos administrativos</description>
	<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 12:51:45 +0000</pubDate>
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	<language>en</language>
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		<title>A virtualiza&#231;&#227;o da TI</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2009/06/08/a-virtualizao-da-ti/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 12:51:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Sistemas de gestão</category>

		<category>Tendências</category>

		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Um assunto que está entrando na pauta de muitos empresários é a possibilidade de virtualizar a TI de seu negócio.
Uma série de artigos estão sendo publicados sobre o assunto e não tenho por objetivo tratar aqui do assunto propriamente dito, mas de como os empresários devem ver estes artigos.
Muitos artigos são traduções de pesquisas feitas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/ti.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 5px 0px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="ti" border="0" alt="ti" align="left" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/ti_thumb.jpg" width="194" height="244" /></a>Um assunto que está entrando na pauta de muitos empresários é a possibilidade de virtualizar a TI de seu negócio.</p>
<p>Uma série de artigos estão sendo publicados sobre o assunto e não tenho por objetivo tratar aqui do assunto propriamente dito, mas de como os empresários devem ver estes artigos.</p>
<p>Muitos artigos são traduções de pesquisas feitas na Europa ou nos EUA, com estatísticas destas regiões, que diferem muito da realidade no Brasil.</p>
<p>Os pontos que mais chamam a atenção são quanto qualidade e disponibilidade de infra-estrutura e de mão-de-obra especializada.</p>
<p>Com relação a infra-estrutura há de se considerar que algumas regiões do Brasil ainda carecem de acesso confiável à Internet, que passa a ser um limitador importante em processos de virtualização. Em contra partida a mão-de-obra especializada é encontrada mais facilmente nos grandes centros e neste caso a virtualização ajuda a levar esse profissional às áreas mais distantes.</p>
<p>Nas regiões mais afastadas dos grandes centros é comum identificar empreendedores que querem ter sob seu comando a estrutura inteira de que necessitam, assim como estoques altos de itens importantes, como forma de se prevenir quanto a desabastecimento que pode afetar seu negócio. Nestes casos falar em virtualização é quase um crime.</p>
<p>Cada negócio possui um perfil que identifica a viabilidade ou não de se pensar em virtualização. Há inclusive a opção de virtualizar apenas parte da TI. O importante é avaliar a disponibilidade do serviço e o quanto ele afeta o negócio caso venha a faltar, e se essa falta tende a ser maior ou menos que na opção de TI própria.</p>
<p>Muitos artigos podem ser encontrados na web, mas fica a recomendação para prestar muita atenção nas premissas de cada pesquisa, uma vez que pequenas variações podem comprometer a decisão a ser tomada.</p>
<p>Claro que uma consultoria sempre pode alertar quanto a detalhes que podem passar desapercebidos, e é nisso que a <a href="http://gherpelli.com.br/" target="_blank">GHERPELLI Consultoria</a> foca parte de seus serviços. Faça um contato para avaliarmos a possibilidade de assessorar numa análise de custo x benefício x risco!! Viste nosso site e faça contato conosco sem compromisso.</p>
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		<title>Investimentos enxutos em TI</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2009/05/13/investimentos-enxutos-em-ti/</link>
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		<pubDate>Wed, 13 May 2009 17:14:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Sistemas de gestão</category>

		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[Investir em TI já era uma tarefa que exigia muito cuidado… com a crise virou um desafio digno de estratégias de guerra!
Não apenas os cuidados com os equipamentos e instalações, mas com as atualizações dos aplicativos e sistemas de gestão passaram a ser objeto de um planejamento meticuloso para evitar comprometer o caixa e os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/InvestirTI.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 5px 5px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="InvestirTI" border="0" alt="InvestirTI" align="right" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/InvestirTI_thumb.jpg" width="167" height="166" /></a>Investir em TI já era uma tarefa que exigia muito cuidado… com a crise virou um desafio digno de estratégias de guerra!</p>
<p>Não apenas os cuidados com os equipamentos e instalações, mas com as atualizações dos aplicativos e sistemas de gestão passaram a ser objeto de um planejamento meticuloso para evitar comprometer o caixa e os resultados da empresa.</p>
<p>Não se pode deixar de considerar que a crise afeta tanto as empresas compradoras quanto as fornecedoras, fazendo com que novas situações comerciais comecem a ser criadas. Esse é um ponto que vai exigir um mente aberta na negociação.</p>
<p>Algumas dicas que foram colocadas num <a href="http://computerworld.uol.com.br/gestao/2009/01/27/7-maneiras-de-cortar-custos-de-software-durante-a-crise/" target="_blank">artigo sobre como cortar custos de software publicado pela ComputerWorld</a> merece leitura. Na seqüência apresento os pontos com alguns comentários pessoais…</p>
<ol>
<li><strong>Prestar atenção à guerra de preços</strong> – Com a crise apertando todos os fornecedores, as ofertas aumentam, e sempre que se disser que um fornecedor oferece uma solução mais barata, a concorrência corre para cobrir. O cuidado nessa hora é de que o “desconto” não acabe levando a&#160; a compra de um “mico” (será entregue algo que está longe de ser o que se esperava, e ai vem a briga que sempre acarreta em perda de tempo e dinheiro)</li>
<li><strong>Considerar – com cuidado – reduzir custos com manutenção</strong> – Essa é uma recomendação que deve ser tratada com muito cuidado e pesando muito as conseqüências, afinal de contas é necessário avaliar o que a empresa sofrerá no caso de precisar, e não possuir, de uma manutenção emergencial. O melhor caminho é buscar renegociar, de forma a garantir que o que for crítico esteja seguro.</li>
<li><strong>Abrir o jogo na negociação</strong> – Ter no seu fornecedor um parceiro e não um inimigo é a filosofia neste ponto. Dizer quais as condições que pode honrar e que seriam ideais para fazer o negócio pode facilitar a negociação quando o fornecedor não tiver problemas em atender ao proposto. Considere que o fornecedor dificilmente saberá qual a forma comercial que menos impactará no seu negócio!</li>
<li><strong>Outros benefícios</strong> – Esse é o cerne de uma negociação bem sucedida! Quando a negociação do preço e das condições de pagamento estiverem exauridas, é o caso de avaliar os benefícios, ou “brindes”, que podem fazer parte. Treinamentos, serviços esporádicos (manutenção preventiva) ou outros benefícios que possam estar ociosos no fornecedor e que “não custa” oferecer cordialmente, ou a custo reduzido…</li>
<li><strong>Considere novos modelos de acordos</strong> – Com a crise os fornecedores criam intensamente novos modelos de prestação de serviço, venda e de cobrança de licenças; é importante verificar constantemente se não há uma nova modalidade que seja mais adequada ao seu negócio.</li>
<li><strong>Procure alternativas</strong> – Algumas soluções alternativas mais econômicas podem ser obtidas quando se observa o que o mercado está usando. Acompanhar publicações da área, analisar o que parceiros usam, e até mesmo ver o que a concorrência está usando. Cuidado apenas no que se perde, uma vez que são poucas as situações em que a redução de custo não traz a perda de alguma funcionalidade</li>
<li><strong>Fornecedores menores como alternativos</strong> – Não é sempre que o menor é mais barato, pode ser sim mais adequado às necessidades, mas muito cuidado – milagres são raros!</li>
</ol>
<p>Se a empresa que busca investimentos enxutos de TI não dispuser de profissionais próprios que entendam da complexidade tecnológica envolvida é recomendável buscar apoio em empresas de consultoria especializadas, o retorno do investimento nestes serviços especializados poder ser até mesmo objeto da negociação do serviço…</p>
<p>Desejando mais informações quanto a estas assessorias consulte os sites da <a href="http://sanna.com.br/" target="_blank">SANNA Consultoria Empresarial</a> ou da <a href="http://gherpelli.com.br/" target="_blank">GHERPELLI Consultoria</a>.</p>
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		<item>
		<title>Governan&#231;a familiar</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2009/03/22/governana-familiar/</link>
		<comments>http://blog.gherpelli.com.br/2009/03/22/governana-familiar/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 22 Mar 2009 14:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Sistemas de gestão</category>

		<category>Negócios</category>

		<category>Tendências</category>

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		<description><![CDATA[ Sucessão em empresas familiares é tema de diversos livros e artigos, sendo a solução mais aplicada para proteger as empresas nesta situação é a criação de conselhos de administração.
O conselho de administração dita a missão da empresa, e valida as metas a serem atingidas pela gestão da empresa, nesta situação o principal executivo passa [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/Networking.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 5px 5px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="Networking" border="0" alt="Networking" align="left" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/Networking_thumb.jpg" width="244" height="162" /></a> Sucessão em empresas familiares é tema de diversos livros e artigos, sendo a solução mais aplicada para proteger as empresas nesta situação é a criação de conselhos de administração.</p>
<p>O conselho de administração dita a missão da empresa, e valida as metas a serem atingidas pela gestão da empresa, nesta situação o principal executivo passa a ter de ser aprovado por este conselho e pode ou não um membro da família. Nos casos em que este executivo não atender às expectativas ele será “profissionalmente” afastado, eliminando o problema de lidar com esta situação de forma pessoal.</p>
<p>Os conselhos de administração são formados normalmente pelos membros da família (herdeiros) e em alguns casos por pessoas que notoriamente agregam à tomada de decisão suas bagagens profissionais, mesmo não sendo membros da família.</p>
<p>A disponibilidade de informações gerenciais confiáveis tanto para a equipe de gestores como para os membros do conselho é fundamental para manter o bom andamento da empresa. Estruturar essas informações é de vital importância e a maioria dos sistemas de gestão atuais estão prontos para atender a esta necessidade, mas o importante é definir claramente as informações que serão disponibilizadas para cada “publico”, e é neste momento que a <a href="http://gherpelli.com.br/">GHERPELLI Consultoria</a> e a <a href="http://sanna.com.br/">SANNA Consultoria Empresarial</a> assessoram tanto as equipes de TI como os gestores e os conselhos quanto a quais informações devem estar disponíveis para cada grupo de usuários.</p>
<p>Um artigo sobre a sucessão de empresas que vale a leitura é reproduzido a seguir, boa leitura.</p>
<p><a id="more-142"></a></p>
<blockquote><hr /></p>
</blockquote>
<blockquote>
<h5>É preciso focar a perpetuação do negócio</h5>
<p>Com os métodos de governança familiar, é possível aliar os interesses patrimoniais da família às demandas de crescimento da empresa, afirma o consultor Jairo Gudis</p>
<p>Com frequência, as famílias empresárias se veem diante de um árduo desafio: separar, de forma harmônica, os interesses ligados ao crescimento de seu patrimônio daqueles interesses que têm a ver com a continuidade dos princípios, dos valores e da cultura familiar. O conhecido modelo tridimensional &quot;propriedade-família-gestão&quot;, desenvolvido e aprimorado desde a década de 80 por Harvard, enseja considerações relevantes para se equacionar esse conflito. É uma forma de agregar valor ao patrimônio e pavimentar os caminhos para a perpetuação do negócio - sem se esquecer da preservação da família propriamente dita.</p>
<p>Todos nós nascemos herdeiros de um patrimônio, independendente da sua grandeza. Tal patrimônio provém da transformação em realidade dos sonhos dos fundadores - que constituem a primeira geração dos negócios em família. Não devemos, contudo, confundir o &quot;ser herdeiro&quot;, que é uma condição natural, com o &quot;ser sucessor&quot;, que é uma conquista oriunda da competência, da visão empresarial e da vocação para o negócio. O compromisso com a continuidade e pulverização do poder e do controle a partir das gerações seguintes exige uma hábil administração dos conflitos de interesse.</p>
<p>Como equacionar os conflitos de interesse entre as gerações familiares e, ao mesmo tempo, agregar valor ao patrimônio e perpetuar o negócio? A experiência comprova que o melhor caminho consiste em construir normas de relacionamento entre as partes, as chamadas &quot;regras do jogo&quot;. Tais normas devem ser instituídas no momento em que os conflitos de interesse ainda são administráveis - isto é, antes que eles se intensifiquem e conduzam os negócios a situações intransponíveis.</p>
<p>Cada família deve construir o seu próprio caminho. Não existe um modelo &quot;ideal&quot; que possa ser aplicado de forma genérica. Entretanto, é preciso ter em mente que o foco das relações familiares e a preservação dos seus princípios e valores se concentram no negócio. A empresa de controle familiar não depende da família; a família é que depende da empresa.</p>
<p>Os mecanismos mais utilizados na construção dos pactos societários - ou dos acordos entre proprietários e herdeiros - compreendem os processos de governança familiar. Com eles, constituem-se os diferentes níveis de tomada de decisão, separando-os por fórum ou órgão a ser constituído. Os temas relativos à família ficam vinculados ao &quot;Conselho de Família&quot;, compreendendo a formação e desenvolvimento de herdeiros, serviços a serem prestados aos familiares e a gestão de seus respectivos patrimônios e investimentos.</p>
<p>Já o processo de tomada de decisões, tanto estratégicas como operacionais, entra na pauta do Conselho de Administração, no qual os proprietários do negócio são representados por um núcleo familiar - que se manifesta pelo voto. Opcionalmente, também podem participar conselheiros externos independentes, capazes de ajudar os sócios/acionistas com recomendações baseadas em experiências profissionais.</p>
<p>Para atender às expectativas dos acionistas, a gestão do negócio tem de seguir à risca a orientação estratégica estabelecida pelo Conselho de Administração. Assim, pouco importará se o principal executivo da empresa for membro da família ou um profissional de mercado. De qualquer forma, ele estará alinhado aos interesses do Conselho de Administração. Assim, é possível minimizar conflitos de interesse em família e colocar todo o foco no negócio - e em sua continuidade.</p>
<p>Jairo Gudis - Conselheiro independente em empresas de controle familiar e consultor em Governança Corporativa e Familiar; cofundador do Capítulo Sul do IBGC </p>
<p>Fonte: <a href="http://www.amanha.com.br/NoticiaDetalhe.aspx?NoticiaID=60730432-3f6e-4202-9150-105e91ce385a">Amanha.com.br</a></p>
<hr /></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sucesso na gest&#227;o de projetos</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2009/03/03/sucesso-na-gesto-de-projetos/</link>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 20:42:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Negócios</category>

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		<description><![CDATA[ Com relação a gestão de projetos poderíamos nos estender por um longo tempo discutindo diversos pontos, já que este assunto é até tema de cursos avançados de pós-graduação.
Quanto a se ter uma receita mágica para se obter sucesso na gestão de projetos seria dizer que existe uma fórmula perfeita, a qual não é usada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/puzzle4.jpg"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 0px 5px 5px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="puzzle4" border="0" alt="puzzle4" align="right" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/puzzle4_thumb.jpg" width="244" height="184" /></a> Com relação a gestão de projetos poderíamos nos estender por um longo tempo discutindo diversos pontos, já que este assunto é até tema de cursos avançados de pós-graduação.</p>
<p>Quanto a se ter uma receita mágica para se obter sucesso na gestão de projetos seria dizer que existe uma fórmula perfeita, a qual não é usada pois nem todos buscam o sucesso!</p>
<p>Como as consultorias precisam vender seus serviços, e este tipo de assessoria não é embalado e colocado numa prateleira de mercado, são criados conceitos que são formatados de forma a transmitirem a idéia aos potenciais clientes.</p>
<p>Pois bem, um dos pacotes que existe para garantir o sucesso na gestão de projetos é o “Q.X. - Quociente de execução”, criado pelo guru norte-americano Stephen Covey. Para medir o Q.X., é feita uma avaliação abordando os seguintes aspectos da relação entre o líder e sua equipe:</p>
<ol>
<li>Existe clareza quanto as metas, ou seja, se todos sabem o que estão buscando? </li>
<li>O líder conseguiu passar para todos o que é necessário fazer para atingir as metas? </li>
<li>Comprometimento da equipe com as tarefas que são colocas pelo líder.</li>
<li>Qualificação técnica necessária para desenvolver suas atividades. </li>
<li>Espírito de equipe, as pessoas confiam umas nas outras? </li>
<li>Responsabilidade, verificando se as pessoas estão sendo devidamente cobradas em relação a suas metas.</li>
</ol>
<p>A partir desses seis fatores, é possível chegar a um diagnóstico sobre qual é a capacidade de execução de um líder.</p>
<p>Existem situações em que uma empresa verifica que um projeto especial é muito específico e que a liderança que se faz necessária não está disponível em seus quadros. Nestes casos a alternativa pode ser a contratação de mais profissionais, ou de uma empresa de consultoria para gerir esses projetos especiais, e até mesmo executar algumas das tarefas, aliviando a carga sobre o pessoal da empresa.</p>
<p>A assessoria externa é mais uma peça que pode se encaixar na estrutura da empresa de forma a aumentar a capacidade de realização e de sucesso na gestão de projetos.</p>
<p>Esta é mais uma atividades que é desenvolvida pela <a href="http://gherpelli.com.br/">GHERPELLI Consultoria</a>, e pela <a href="http://sanna.com.br/">SANNA Consultoria Empresarial</a>, e que tem tido sucesso em todas as empreitadas até hoje. Se tiver interesse em mais informações não deixe de entrar em contato (os sites possuem indicação de como fazer os contatos).</p>
<p>Sucesso!!!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Microsoft est&#225; chegando&#8230;</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2009/02/10/a-microsoft-est-chegando/</link>
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		<pubDate>Tue, 10 Feb 2009 15:40:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Sistemas de gestão</category>

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		<description><![CDATA[A Microsoft está chegando no mercado brasileiro de soluções para empresas, a solução de ERP da Microsoft. O Dynamics está começando a incomodar o que era um mercado dominado pelas  tradicionais Totvs (união nacional das marcas Microsiga, RM, Logocenter e Datasul), SAP e Oracle.
Neste momento de crise as soluções de gestão passam a ser um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/logoMicrosoftDynamics.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 10px 0px 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="logo-Microsoft Dynamics" border="0" alt="logo-Microsoft Dynamics" align="left" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/logoMicrosoftDynamics_thumb.jpg" width="260" height="154" /></a>A Microsoft está chegando no mercado brasileiro de soluções para empresas, a solução de ERP da Microsoft. O Dynamics está começando a incomodar o que era um mercado dominado pelas  tradicionais Totvs (união nacional das marcas Microsiga, RM, Logocenter e Datasul), SAP e Oracle.</p>
<p>Neste momento de crise as soluções de gestão passam a ser um investimento que pode diferenciar a empresa que sobreviverá ou sucumbirá, afinal de contas a agilidade na gestão operacional e estratégica será determinante para fazer frente a concorrência na luta pela sobrevivência.</p>
<p>Vale a pena a leitura da <a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/02/09/microsoft-pmes-nao-estao-imunes-a-crise-mas-investimentos-devem-continuar/" target="_blank">reportagem</a> de feita por <strong>Rodrigo Caetano</strong>, repórter do COMPUTERWORLD, com <strong>Maurício Prado</strong>, gerente geral da divisão de Business Solutions da Microsoft, tratando sobre o crescimento e estratégias da gigante.</p>
<p>Quem estiver pensando em implantar ou trocar o sistema de gestão não deve deixar de dar atenção a mais esta opção.</p>
<p><a id="more-140"></a></p>
<p>Segue a <a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2009/02/09/microsoft-pmes-nao-estao-imunes-a-crise-mas-investimentos-devem-continuar/" target="_blank">reportagem</a>:</p>
<blockquote><hr /></p>
<h2>Microsoft: PMEs não estão imunes à crise, mas investimentos devem continuar</h2>
<p><em><strong>Empresa continua a apostar no segmento de ERP e afirma que cresceu 4 vezes mais do que o mercado em 2008.</strong></em></p>
<p><em>Por Rodrigo Caetano, repórter do COMPUTERWORLD</em></p>
<p>A crise financeira não muda os <a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2008/12/26/entrevista-microsoft-aposta-que-estara-entre-os-grandes-fornecedores-de-erp/">planos da Microsoft para o mercado de ERP</a>, principalmente no que diz respeito às médias e pequenas empresas. Assim como as outras grandes empresas de aplicativos, Oracle e SAP, a desenvolvedora do Windows e do Office aposta na facilidade de implementação e no baixo custo das soluções para crescer neste mercado.</p>
<p>Praticamente monopolista nos mercados de sistemas operacionais para usuários finais e ferramentas de produtividade, a empresa ainda não deslanchou no segmento de sistemas de gestão (ERP). De acordo com <a href="http://computerworld.uol.com.br/negocios/2008/05/08/totvs-e-lider-em-erp-no-brasil/">pesquisa feita pela Fundação Getúlio Vargas</a> (FGV), a Microsoft divide com diversas empresas menos de 20% deste mercado, liderado pela Totvs, seguida de SAP e Oracle.</p>
<p>Entretanto, segundo Maurício Prado, gerente geral da divisão de Business Solutions da Microsoft, a empresa fez avanços significativos no ano passado. “Nossa taxa de crescimento foi quatro vezes maior do que a do mercado”, afirmou o executivo.</p>
<p>A receita da companhia para conquistar clientes não difere muito de suas concorrentes: facilidade de implementação, sistemas pouco customizáveis e de baixo custo. Por outro lado, a Microsoft pode se beneficiar do fato de ter 97% do mercado de sistemas operacionais no cliente e 92% do segmento de ferramentas de produtividade, segundo a pesquisa da FGV.</p>
<p>De acordo com Prado, não é possível afirmar que o segmento de médias e pequenas está imune à crise financeira. “Muda toda a perspectiva de mercado”, diz. Mas, apesar das dificuldades, “as empresas não podem parar de investir”, explica o executivo.</p>
<p>Além disso, também surgem novas oportunidades. Segundo o gerente, também entre as grandes empresas a Microsoft está conseguindo crescer, mordendo um pedaço deste mercado amplamente dominado pela SAP, principalmente, e pela Oracle.</p>
<p>Outro obstáculo que precisa ser superado na luta pelas médias e pequenas é a escassez de crédito. Nesse sentido, a empresa, que mantém parceira com a financeira Finasa, pertencente ao Bradesco, está preparando novidades a serem anunciadas em breve.</p>
<p>Em relação aos parceiros e revendas, segundo Prado, os planos são de ampliar a capilaridade nos próximos seis meses, com destaque para as regiões Norte e Nordeste e para o interior de São Paulo. </p>
<hr /></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Atualizando o conceito de vendedor</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2009/01/29/atualizando-o-conceito-de-vendedor/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Jan 2009 14:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Negócios</category>

		<category>Tendências</category>

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		<description><![CDATA[Atualmente nos encontramos assessorando alguns clientes na área comercial, e lendo uma reportagem feita por Júlio Augusto Vidotti titulada “Vender é manter relação de confiança” julguei apropriado reproduzir uma parte que julgo fundamental e que temos trabalhado muito para conscientizar nossos clientes.
O artigo completo “Vender é manter relação de confiança” do Júlio Augusto Vidotti que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/empresa.jpg"><img style="border-right-width: 0px; margin: 0px 0px 0px 10px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; border-left-width: 0px" title="empresa" border="0" alt="empresa" align="right" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/empresa_thumb.jpg" width="140" height="155" /></a>Atualmente nos encontramos assessorando alguns clientes na área comercial, e lendo uma reportagem feita por Júlio Augusto Vidotti titulada “<a href="http://www.resellerweb.com.br/noticias/index.asp?cod=54528" target="_blank">Vender é manter relação de confiança</a>” julguei apropriado reproduzir uma parte que julgo fundamental e que temos trabalhado muito para conscientizar nossos clientes.</p>
<p>O artigo completo “<a href="http://www.resellerweb.com.br/noticias/index.asp?cod=54528" target="_blank">Vender é manter relação de confiança</a>” do Júlio Augusto Vidotti que tem 28 anos no mercado tecnológico, é diretor-executivo da BPsolutions, distribuidora de tecnologias e soluções para automação e negócios e escreve mensalmente no Reseller Web, pode ser lido completo <a href="http://www.resellerweb.com.br/noticias/index.asp?cod=54528" target="_blank">clicando aqui</a>.</p>
<p>Segue o trecho que destaco:</p>
<blockquote><hr />
<p>A carência de conhecimentos específicos e técnicas de negociação está fazendo com que os profissionais de vendas foquem, cada vez mais, suas vendas em preço e prazo de pagamento, pois não conseguem valorizar os benefícios dos produtos ou serviços que têm em suas mãos para vender. Vender para muitos significa tirar pedido ou ficar esperando que o cliente tome a decisão pela compra.</p>
<p>Mas vender não é isso! Vender é desenvolver uma relação de confiança, acompanhar o projeto de ponta a ponta, demonstrando interesse, procurando conhecer melhor as necessidades e o negócio do cliente e, principalmente, ajudando o cliente a encontrar a solução para seu problema.</p>
<p>Não podemos esquecer que uma boa venda é aquela em que <strong>ambas as partes realizam um bom negócio</strong>. Ficam satisfeitos o cliente, por poder atender suas necessidade, e o fornecedor, por entregar o produto ou serviço com margens satisfatórias e conquistando mais uma referência no mercado.</p>
<p>Neste caso, o conceito de caro ou barato não existe, e o que fica é a satisfação do preço justo pela qualidade dos produtos, pela confiança dos serviços e o comprometimento do fornecedor</p>
<hr /></p></blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como est&#225; sua agenda</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2009/01/22/como-est-sua-agenda/</link>
		<comments>http://blog.gherpelli.com.br/2009/01/22/como-est-sua-agenda/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 22 Jan 2009 18:45:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Negócios</category>

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		<description><![CDATA[Inicio de ano ! ? ! ?
Mais ou menos, afinal em 22/jan já vivemos 6% do “ano novo”, e o que conseguimos fazer do que nos propusemos para o “ano novo”?
Notamos que em muitos casos, infelizmente, o avanço não permitirá cumprir a agenda até o final deste ano, com sorte pode ser que se consiga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/chefeperdido.jpg"><img style="border-right-width: 0px; display: inline; border-top-width: 0px; border-bottom-width: 0px; margin-left: 0px; border-left-width: 0px; margin-right: 0px" title="chefe-perdido" border="0" alt="chefe-perdido" align="left" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/chefeperdido_thumb.jpg" width="147" height="154" /></a>Inicio de ano ! ? ! ?</p>
<p>Mais ou menos, afinal em 22/jan já vivemos 6% do “ano novo”, e o que conseguimos fazer do que nos propusemos para o “ano novo”?</p>
<p>Notamos que em muitos casos, infelizmente, o avanço não permitirá cumprir a agenda até o final deste ano, com sorte pode ser que se consiga somente no final do próximo ano! </p>
<p>No caso dos executivos constata-se que a maioria aplica seu tempo resolvendo problemas urgentes, mas não vitais para a empresa, fazendo com que os assuntos realmente importantes fiquem urgentes num futuro próximo, criando assim um ciclo.</p>
<p>É importante, se não vital, quebrar esse ciclo e definir claramente quanto do tempo se aplicará em cada tipo de atividade, só assim as organizações atingirão a excelência operacional tão desejada.</p>
<p>O <a href="http://www.amanha.com.br/NoticiaDetalhe.aspx?NoticiaID=14316e2c-47d1-45b5-aaba-53f79ccc21b0">artigo reproduzido</a> a seguir, foi publicado no site <a href="http://amanha.com.br/">Amanhã</a>, e merece uma rápida leitura (para não tomar muito do tempo em sua agenda!!!). Boa leitura.</p>
<blockquote><h5>Agenda lotada de tarefas irrelevantes</h5>
<p><em><strong>Estudo afirma que 60% do tempo diário dos executivos é dedicado a tarefas pouco estratégicas, como preenchimento de relatórios</strong></em></p>
<p>Os executivos gastam tempo demais resolvendo problemas urgentes, mas não vitais para a companhia. Esta é a conclusão de uma pesquisa feita com funcionários de mil empresas no mundo todo. O estudo, chefiado pelo especialista em liderança Stephen Covey, afirma que 60% do tempo diário é dedicado a tarefas pouco estratégicas, como preenchimento de relatórios. Outros 25% são usados para resolver questões urgentes e importantes - crises inesperadas, por exemplo. Só 15% da agenda é ocupada por rotinas que os organizadores do estudo consideram realmente importantes.</p>
<p>Na visão de Covey, o ideal é que 65% do tempo envolva atividades de grande relevância, mas não prementes, como planejamento e busca de novas oportunidades de negócio. Outros 20% deveriam ser deixados para tarefas importantes e urgentes. O resto - apenas 15% do tempo - serviria para os pequenos abacaxis do dia-a-dia.</p>
<p> Por: Redação de AMANHÃ</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Boas festas!</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2008/12/16/boas-festas/</link>
		<comments>http://blog.gherpelli.com.br/2008/12/16/boas-festas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 16:02:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Gherpelli</category>

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		<description><![CDATA[O final do ano está chegando e vários de nossos clientes iniciam férias para celebrar o Natal e para festejar o novo ano que se aproxima.
Que possamos vencer os desafios que virão e cada vez mais evoluirmos juntos como empresas, e principalmente como pessoas!
A GHERPELLI Consultoria aos clientes, parceiros e colaboradores um
feliz Natal e um [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/arvorenatal2.gif"><img title="arvore-natal2" style="margin: 0px 5px" height="138" alt="arvore-natal2" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/arvorenatal2_thumb.gif" width="92" align="right" border="0" /></a>O final do ano está chegando e vários de nossos clientes iniciam férias para celebrar o Natal e para festejar o novo ano que se aproxima.</p>
<p>Que possamos vencer os desafios que virão e cada vez mais evoluirmos juntos como empresas, e principalmente como pessoas!</p>
<p>A <a href="http://gherpelli.com.br/" target="_blank">GHERPELLI Consultoria</a> aos clientes, parceiros e colaboradores um</p>
<p align="center"><strong><font size="5">feliz Natal e um próspero 2.009</font></strong></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Crise = Intelig&#234;ncia nos neg&#243;cios</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2008/12/07/crise-inteligncia-nos-negcios/</link>
		<comments>http://blog.gherpelli.com.br/2008/12/07/crise-inteligncia-nos-negcios/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Dec 2008 22:23:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Sistemas de gestão</category>

		<category>Tendências</category>

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		<description><![CDATA[Vamos considerar que a crise chegou realmente. Desistir não é a solução, o caminho agora é usar ainda mais a inteligência para se manter nos negócios.
Com base nesta teoria é que as ferramentes de BI (business intelligence = inteligencia de negócios) ganham força, mas encontram como barreira ambientes em que as estruturas básicas de gestão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/law2.jpg"><img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="210" alt="law2" src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/law2_thumb.jpg" width="164" align="left" border="0" /></a>Vamos considerar que a crise chegou realmente. Desistir não é a solução, o caminho agora é usar ainda mais a inteligência para se manter nos negócios.</p>
<p>Com base nesta teoria é que as ferramentes de BI (<em>business intelligence</em> = inteligencia de negócios) ganham força, mas encontram como barreira ambientes em que as estruturas básicas de gestão ainda não se encontram boas o suficiente para permitir a aderencia das soluções de BI.</p>
<p>Novamente haverá uma corrida para ajustar sistemas, procedimentos e implementar ferramentas de BI para tentar evitar o impacto de uma nova crise anunciada.</p>
<p>A <a href="http://gherpelli.com.br/" target="_blank">GHERPELLI Consultoria</a> e a <a href="http://sanna.com.br/" target="_blank">SANNA Consultoria Empresarial</a>, estão já prontas para atender a esta demanda por assessoria na revisão de sistemas de gestão e implantação de soluções de BI. Acesse nossos sites e não deixe de entrar em contato para podermos avaliar como poderemos ajudar.</p>
<p>A seguir reproduzo artigo comentando da expectativa com relação a adição de BI publicada no <a href="http://www.resellerweb.com.br/noticias/index.asp?cod=53420" target="_blank">portal da Reseller Web</a>.</p>
<p><a id="more-136"></a></p>
<blockquote><p><strong>Microstrategy aposta na crise para impulsionar adoção de BI</strong></p>
<p>por Felipe Dreher - IT Web - 05/12/2008</p>
<p><em>Flávio Bolieiro, vice-presidente da companhia para América Latina, diz que os impactos da turbulência econômica não foram sentidos</em></p>
<p>A Microstrategy acredita que a turbulência econômica pode dar um &#8220;empurrãozinho&#8221; para as empresas adotarem sistemas de business intelligence (BI). Na equação de Flávio Bolieiro, vice-presidente da companhia para América Latina, a crise atual é a soma de oportunidade e risco. Desta forma, quem tiver informações mais precisas para explorar as potencialidades, pode sair beneficiado. </p>
<p>Questionado sobre um possível crescimento acentuado na procura por ferramentas de BI nesses três meses de crise, o executivo salienta: &#8220;Ainda não vimos nenhum aumento, mas também não houve queda&#8221;. Pelas contas de Bolieiro, a Microstrategy conquistou cerca de 15 clientes ao longo de 2008 e tem mais quatro contratos que devem ser fechados até o final de dezembro. Com os novos negócios, a fabricante fechará o ano com 200 empresas na carteira e uma evolução do faturamento entre 8% e 10% sobre 2007. </p>
<p>Dentre os projetos fechados nesse período econômico confuso, o executivo cita um negócio fechado com a Loma Negra - subsidiária argentina da Camargo Corrêa para produção de cimento - que viu na ferramenta de BI uma forma de melhorar os resultados. Usuária de ERP da SAP, a companhia adotou o sistema da Microstrategy para extrair e analisar informações, projetando estratégias. </p>
<p>Em contrapartida, Bolieiro revela que a incerteza no cenário macroeconômico fez com que outra empresa argentina, que atua no setor de óleo e gás, postergasse um projeto. &#8220;Se os empresários soubessem o tamanho exato da crise estariam mais confiantes para investir&#8221;, acredita. </p>
<p>Os momentos distintos ilustram o atual momento para a indústria de TI. Com vistas às oscilações, o presidente projeta que começo de 2009 seja calmo, ainda em &#8220;compasso de espera&#8221;. Mas o volume de projetos tende a ganhar corpo no segundo semestre, com cenário mais estável. Para impulsionar negócios, o executivo diz que a Microstrategy tem US$ 100 milhões em caixa. </p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Um suporte sempre vai bem</title>
		<link>http://blog.gherpelli.com.br/2008/11/11/um-suporte-sempre-vai-bem/</link>
		<comments>http://blog.gherpelli.com.br/2008/11/11/um-suporte-sempre-vai-bem/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 12:44:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Mauro</dc:creator>
		
		<category>Negócios</category>

		<category>Tecnologia</category>

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		<description><![CDATA[No mundo corporativo, e até mesmo pessoal, é difícil imaginar um bem, de valor expressivo, que se possa adquirir sem se considerar a importância de garantir que haja um suporte técnico para atender em caso de emergências!
Lendo o artigo “A importância do suporte técnico” escrito por Ricardo Caldas que é Engenheiro e Mestre em Engenharia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><div class="alinhar_dir_caixa"><a href="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/img/.thumb_Networking.jpg" onclick="lw_image_popup('http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/img/Networking.jpg',665,438,'Networking - Networking'); return false;"><img src="http://blog.gherpelli.com.br/up/g/gh/blog.gherpelli.com.br/img/.thumb_Networking.jpg" alt="Networking - Networking" title="Networking - Networking" /></a></div>No mundo corporativo, e até mesmo pessoal, é difícil imaginar um bem, de valor expressivo, que se possa adquirir sem se considerar a importância de garantir que haja um suporte técnico para atender em caso de emergências!</p>
<p>Lendo o artigo “<a target="_blank" href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&#038;id_subcanais=10&#038;id_noticia=23339">A importância do suporte técnico</a>” escrito por Ricardo Caldas que é Engenheiro e Mestre em Engenharia Elétrica pela UnB e presidente da Telemikro - fornecedora de soluções e serviços de comunicação corporativa, reforcei meu sentimento da pouca importância que os empresários dão ao “suporte técnico”; apenas os que já sofreram pela falta dele é que passaram a dar o devido valor.</p>
<p>Mais de uma vez tive clientes que comentaram que o suporte técnico prestado pelos fornecedores de sistemas de gestão (os ERP’s) deveria resolver tudo, e que não era preciso treinamento. Quando eu perguntava se o operador de uma das principais máquinas da linha de produção podia simplesmente se sentar e começar a “tentar” fazer funcionar, e caso algo não funcionasse era só “ligar para o suporte técnico” eles franziam a testa!</p>
<p>Isso mostra como é importante ter a solução, treinar o usuário, e possuir um suporte técnico para situações anormais. Mais importante ainda é definir claramente como e em que nível o suporte técnico deve atuar, afinal de contas se o usuário não for qualificado a culpa não pode sempre recair sobre o “suporte técnico”.</p>
<p>Vale à pena a leitura do <a target="_blank" href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&#038;id_subcanais=10&#038;id_noticia=23339">artigo citado</a>, que reproduzo a seguir:</p>
<p><a id="more-135"></a></p>
<blockquote><p>Apesar da evolução do mercado de TI brasileiro, são poucas as empresas que têm o compromisso de garantir a otimização e o funcionamento das soluções que oferece, objetivando relacionamentos de longo prazo com seus clientes. Muitas focam apenas na venda em si, esquecendo que o suporte técnico pode fazer toda a diferença para o sucesso de um projeto.</p>
<p>É preciso despertar a consciência de que imprevistos são acontecimentos que podem significar gastos adicionais ou prejuízos incalculáveis. Por isso, saber evitar tais falhas inesperadas ou ter em mãos uma solução rápida para oferecer é essencial para evitar crises e fidelizar os clientes, que devem ter a certeza de cobertura em todas as situações, por mais complexas que sejam.</p>
<p>As empresas precisam manter à disposição de seus clientes uma equipe técnica especializada, pronta para prestar o melhor atendimento e garantir a resolução imediata a esses eventuais imprevistos. É importante também que os serviços abranjam desde o atendimento telefônico, até a manutenção com atendimento local nas soluções de missão crítica. Dessa forma, garantir a qualidade de funcionamento e a maior eficiência do negócio do cliente torna–se desafios viáveis.</p>
<p>Mas, em contrapartida à falta de preparo e preocupação de algumas empresas com o suporte técnico, novas tendências surgem no mercado, para otimizar esta área. Nos últimos três anos, as tecnologias de acesso remoto têm sido bastante difundidas. Tais tecnologias permitem que o técnico do suporte acesse o ambiente dos clientes, sem que haja necessidade de sua presença física. Entre as tecnologias de acesso remoto podemos citar: PC Anywhere, Log Me In e Webex.</p>
<p>A utilização da criptografia - processo que transforma a informação da sua forma original para outra ilegível, fazendo com que seu reconhecimento seja possível apenas por seu destinatário - também é um dos recursos que facilitou a adesão dos clientes ao acesso remoto. Por meio dessa assinatura, a segurança é alta e não expõe os ambientes corporativos a possíveis invasões de hackers.</p>
<p>A partir do acesso remoto todos têm a ganhar - cliente e fornecedor. Com ele, é possível ampliar de forma significativa a agilidade do serviço prestado pois a solicitação é atendida em minutos, comparado às horas que poderia levar o atendimento pessoalmente, levando em consideração o tempo de deslocamento e a resolução efetiva do problema. Já a empresa responsável pelo projeto pode otimizar o trabalho de seus funcionários, reduzindo os custos embutidos nas visitas.</p>
<p>O suporte técnico é uma das partes mais importantes de um projeto. Ele é responsável pela instalação e homologação do produto, além da manutenção no pós-venda – processo fundamental para potencializar todas as funcionalidades do produto, identificar possibilidades de melhoramento da ferramenta ou ainda de novas necessidades de expansão do projeto.</p>
</blockquote>
]]></content:encoded>
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