Categoria: Negócios

Captação de patrocínios

patrocinios A captação de patrocínios como forma de custear atividades culturais e esportivas é uma prática usual, mas que muitas vezes não é tratada como uma relação totalmente clara entre as partes. Principalmente no respeito que o captador deve ter pelo seu patrocinador…

Nestes termos li um artigo que me chamou a atenção e que tomei a liberdade de reproduzir neste blog.

Não tenho a data do artigo, apenas que é de autoria de Ricardo Buarque, que é sócio diretor da Enter Assessoria de Comunicação.

Dos pontos observados por ele, destacam-se dez grandes erros e dez grandes acertos, que são:

  • maiores erros:
    1. Ser arrogante e achar que a empresa é obrigada a apoiar a “sua causa”;
    2. Ser desinformado quanto ao negócio e objetivos de marketing do seu patrocinador;
    3. Focar apenas em conquistas, esquecendo de mencionar objetivos profissionais e contra-partidas para o patrocinador, clipping e valor justificado do investimento;
    4. Ser relapso e não usar a logomarca do patrocinador, ou pior, usar a do concorrente, em um evento em que possa ser fotografado ou filmado;
    5. Ser intransigente, colocando obstáculos quando a sua presença é solicitada;
    6. Ser preconceituoso, não envolvendo ou não se interessando pelos colaboradores do patrocinador;
    7. Ser acomodado, não se envolvendo intensamente com as atividades do patrocinador aonde possa inserir a informação do patrocínio;
    8. Ser distante, não visitando regularmente o patrocinador para mante-lo sempre informado do que ocorre;
    9. Ser ingrato, esquecendo de agradecer pelo apoio quando de conquistas;
    10. Ser ganancioso, não tendo flexibilidade para negociar e mostrar que compreende as limitações orçamentárias do patrocinador.
  • maiores acertos:
    1. Ser profissional e entender que patrocínio é negócio. Usar a logomarca do patrocinador em todas as suas atividades profissionais (treinos, competições, eventos, entrevistas).
    2. Ser "antenado" e conhecer o negócio do patrocinador.
    3. Ser realista e elaborar um projeto objetivo de patrocínio, cuja pedida financeira seja amparada por fatos que comprovem a validade do investimento.
    4. Ser consciente e saber que todas as suas declarações à imprensa repercutem no patrocinador (as boas e más…). E que o seu comportamento social também é observado.
    5. Ser organizado e fornecer à área de marketing e comunicação o seu calendário de atividades esportivas ao patrocinador e sempre avisar sobre as competições mais importantes para você, suas alegrias e frustrações. Estabelecer um canal de comunicação constante.
    6. Ser atencioso e estar disponível para eventos promovidos pelo patrocinador especialmente àqueles voltados para seus funcionários (quando não puder, não deixar de justificar).
    7. Ser pró-ativo e identificar oportunidades novas de visibilidade, como visitas a projetos sociais apoiados pelo patrocinador, logomarca no website do atleta, etc..
    8. Ser parceiro e não ser egoísta. Se colocar como mais um "membro" da equipe do patrocinador e ser solidário quando ele precisar de você nos momentos de dificuldade.
    9. Ser previdente e entender que seu patrocínio depende da sua performance e não se expor a acidentes que poderiam ter sido evitados se você não se arriscasse tanto.
    10. Ser educado e compartilhar com o patrocinador as suas conquistas e sempre após uma delas, agradecer o apoio e a confiança no seu talento.

A GHERPELLI Consultoria coloca-se à disposição para assessorar ne estrutura de relações de patrocínios entre as entidades de forma a preservar o melhor de cada instituição.

Acertar no investimento em TI

Investir em TI é algo que a maioria dos empresários já se acostumaram, infelizmente também se acostumaram a receber um retorno, no mínimo, “apenas bom”. Aonde ficou a busca pelo plano de investimento em TI que gere efetivo retorno?

Muitos empresários ainda consideram que a TI serve para fazer os processos serem mais eficientes (rápidos e com menos erros) reduzindo a necessidade de mão de obra; esta realidade não está errada, mas não se limita a apenas isso.

A eficiência não se obtém apenas com sistemas. Inicialmente é necessário possuir procedimentos claramente definidos e validados a serem informatizados – como se dizia no passado: “não se informatiza a bagunça”.

A revisão de procedimentos já é feita em muitas empresas e a adoção de sistemas de gestão integrados (os ERPs, BIs, e outros) já é uma prática usual nas empresas, mesmo que com algumas dificuldades na adoção de soluções compatíveis com os procedimentos desejados.

Com os sistemas funcionando de acordo com os procedimentos estabelecidos temos o investimento de TI necessário definido? Infelizmente não! Isso é apenas o começo…A TI necessita de constante atualização da plataforma de sistemas e equipamentos, além melhorias e evolução contínua e de treinamento constante do pessoal.

O recente estudo Brazil Infrastructure Maturity X-Ray, divulgado nesta quarta-feira, 23/09/2009, pela Accenture e IDC, aponta que o Brasil está ainda engatinhando quando se trata de maturidade quanto a planejamento e efetivos investimentos em TI. Um dos pontos principais é que se investe 65% do orçamento para “manter os sistemas funcionando” e os restantes 35% para planejar a evolução da estrutura.

Nesta mesma pesquisa é apresentado que os usuários não estão satisfeitos com “aquilo que a TI entrega”, ou seja, a segurança da informação e a disponibilidade do sistema estão à desejar. A TI no Brasil fica indisponível muito tempo “colocando o sistema no ar” e resolvendo incidentes diversos.

Definir a estratégia de TI seguindo boas práticas de gestão de informática (destaque para a ITIL – Information Technology Infraestructure Library) é uma etapa importante na estruturação organizacional das empresas e que muitas vezes não recebe a devida atenção, isto faz com que mesmo com tudo definido a empresa pare pois “o servidor parou de funcionar”, ou “é necessário reiniciar o sistema”, ou “depois da última atualização deixou de funcionar!”.

Para assessorar desde o planejamento estratégico e operacional, até a gestão de cada área da empresa e, inclusive, definir a gestão, estratégia e orçamento de TI (já elaboramos diversos “Plano Diretor de TI”) a Gherpelli Consultoria e a SANNA Consultoria Empresarial colocam-se à disposição para aportar a experiência acumulada há mais de 17 anos. De nada adianta investir em algo que não gere retorno; existem métricas para mensurar isso em todas as áreas de negócios, e nós assessoramos a estruturar a TI para também ser mensurada e permitir definir o quanto e quando se deve investir.

Governança familiar

Networking Sucessão em empresas familiares é tema de diversos livros e artigos, sendo a solução mais aplicada para proteger as empresas nesta situação é a criação de conselhos de administração.

O conselho de administração dita a missão da empresa, e valida as metas a serem atingidas pela gestão da empresa, nesta situação o principal executivo passa a ter de ser aprovado por este conselho e pode ou não um membro da família. Nos casos em que este executivo não atender às expectativas ele será “profissionalmente” afastado, eliminando o problema de lidar com esta situação de forma pessoal.

Os conselhos de administração são formados normalmente pelos membros da família (herdeiros) e em alguns casos por pessoas que notoriamente agregam à tomada de decisão suas bagagens profissionais, mesmo não sendo membros da família.

A disponibilidade de informações gerenciais confiáveis tanto para a equipe de gestores como para os membros do conselho é fundamental para manter o bom andamento da empresa. Estruturar essas informações é de vital importância e a maioria dos sistemas de gestão atuais estão prontos para atender a esta necessidade, mas o importante é definir claramente as informações que serão disponibilizadas para cada “publico”, e é neste momento que a GHERPELLI Consultoria e a SANNA Consultoria Empresarial assessoram tanto as equipes de TI como os gestores e os conselhos quanto a quais informações devem estar disponíveis para cada grupo de usuários.

Um artigo sobre a sucessão de empresas que vale a leitura é reproduzido a seguir, boa leitura.

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Sucesso na gestão de projetos

puzzle4 Com relação a gestão de projetos poderíamos nos estender por um longo tempo discutindo diversos pontos, já que este assunto é até tema de cursos avançados de pós-graduação.

Quanto a se ter uma receita mágica para se obter sucesso na gestão de projetos seria dizer que existe uma fórmula perfeita, a qual não é usada pois nem todos buscam o sucesso!

Como as consultorias precisam vender seus serviços, e este tipo de assessoria não é embalado e colocado numa prateleira de mercado, são criados conceitos que são formatados de forma a transmitirem a idéia aos potenciais clientes.

Pois bem, um dos pacotes que existe para garantir o sucesso na gestão de projetos é o “Q.X. – Quociente de execução”, criado pelo guru norte-americano Stephen Covey. Para medir o Q.X., é feita uma avaliação abordando os seguintes aspectos da relação entre o líder e sua equipe:

  1. Existe clareza quanto as metas, ou seja, se todos sabem o que estão buscando?
  2. O líder conseguiu passar para todos o que é necessário fazer para atingir as metas?
  3. Comprometimento da equipe com as tarefas que são colocas pelo líder.
  4. Qualificação técnica necessária para desenvolver suas atividades.
  5. Espírito de equipe, as pessoas confiam umas nas outras?
  6. Responsabilidade, verificando se as pessoas estão sendo devidamente cobradas em relação a suas metas.

A partir desses seis fatores, é possível chegar a um diagnóstico sobre qual é a capacidade de execução de um líder.

Existem situações em que uma empresa verifica que um projeto especial é muito específico e que a liderança que se faz necessária não está disponível em seus quadros. Nestes casos a alternativa pode ser a contratação de mais profissionais, ou de uma empresa de consultoria para gerir esses projetos especiais, e até mesmo executar algumas das tarefas, aliviando a carga sobre o pessoal da empresa.

A assessoria externa é mais uma peça que pode se encaixar na estrutura da empresa de forma a aumentar a capacidade de realização e de sucesso na gestão de projetos.

Esta é mais uma atividades que é desenvolvida pela GHERPELLI Consultoria, e pela SANNA Consultoria Empresarial, e que tem tido sucesso em todas as empreitadas até hoje. Se tiver interesse em mais informações não deixe de entrar em contato (os sites possuem indicação de como fazer os contatos).

Sucesso!!!

Baseado em modelo de Dansette