[img:contrato.jpg,thumb,alinhar_dir_caixa]Gestão de contratos ganha espaço nas empresas. Mas qual é a melhor forma de fazer este controle?
Embora não haja números oficiais, o mercado nacional de gestão de contratos é definido como promissor pela consultoria IDC (Internet Data Corporation). Dois fatores contribuem para a crescente – embora lenta – importância que o tema vem conquistando nas corporações.
Primeiro, as práticas de governança corporativa impõem que as empresas tenham controle de todos os seus processos. Segundo, o avanço da terceirização aumenta o volume de contratos firmados, ampliando também a dificuldade de gerenciá-los.
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[img:TI_1.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]
Já faz algum tempo li um artigo sobre seleção de servidores da IDG que julguei muito bem elaborado.
Além de alguns detalhes interessantes eu ressalto o fato da extrema importancia ao definir a infra-estrutura de TI para cada empresa de forma a que isso não se torne um transtorno no futuro.
Quando o ponto principal para a seleção entra no dimensionamento x investimento entre em cena o fator de expectativa de crescimento do negócio, ou seja, o que a estratégia corporativa pretende alcançar e em quanto tempo empregando quanto de recursos, é que a decisão fica ainda mais difícil.
Neste ponto se deve considerar um investimento tal que o recurso se esgote num tempo curto apenas quando a empresa extrapolar as metas, ai fica fácil investir em apliação da infraestrutura!
Segue a amateria original, boa leitura!
A empresa que está buscando atualizar seu servidor ou comprar um novo para ampliar a capacidade da rede muito provavelmente opte por manter a mesma plataforma operacional que já está instalada. Isso irá facilitar a migração.
Entretanto, a empresa que está em busca do primeiro servidor, tem pela frente uma tarefa mais complexa e que envolve combinar, da melhor forma possível, o software e hardware mais adequados às necessidades e, principalmente, ao seu orçamento.
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[img:system_integration.jpg,thumb,alinhar_esq_caixa]Pesquisa encomendada pela Impacta Tecnologia à MBI Mayer&Bunge Informática mostra que, em 2008, cerca de 30% dos recursos alocados em novos projetos de TI estão sendo destinados à integração de um único sistema de informação dentro da própria empresa. A implementação de aplicações estratégicas para a melhoria da competitividade das empresas aparece em segundo lugar, com 26%. As demais iniciativas somadas, todas relacionadas à infra-estrutura de TI e atualização das aplicações, atingem 44% dos recursos totais.
Já em relação às despesas da área de TI, os gastos com pessoal representam 51% do total. Deste percentual, cerca de 60% é consumido por profissionais internos, enquanto o restante se destina ao custeio de pessoal terceirizado. Outros 23% do orçamento de TI é voltado à manutenção das plataformas de hardware, software e telecomunicações. Desta forma, sobram pouco mais de 25% do total para realização de novos projetos.
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[img:tecnologia.jpg,thumb,alinhar_dir_caixa]“Mais informação nem sempre é melhor. Entretanto, combinações de informações sempre aumentam o valor do dado”, afirmou Andréas Bitteres, analista do Gartner, durante a 13ª Conferência Anual da empresa, quando apontou as armadilhas da implementação de Business Intelligence que as companhias devem evitar. “O valor das aplicações de BI aumenta com a qualidade da informação”.
Bitteres lembra que não há porque melhorar a qualidade dos dados se as pessoas não saberão como usá-los. “O valor do investimento de BI depende da habilidade de interpretar os resultados e tomar a providência apropriada”, resume Bitteres.
Ele ressaltou a necessidade de compartilhar informações entre os departamentos da empresa. Para o analista, compartilhar informações é a etapa mais importante do processo: “BI não é apenas para um setor da companhia, e sim para a empresa inteira”.
Outro erro, na opinião de Bitteres, é a companhia supor que pode terceirizar toda a parte de BI, achar que o fornecedor fará tudo sozinho e imaginar que não terá nenhum problema de qualidade dos dados. Segundo ele, todas as empresas têm algum problema de qualidade das informações a ser resolvido.
Fonte: Decision REPORT – Carolina Pereira – 17/09/2008