Pesquisa aponta os “7 pecados” em TI

[img:TI_7pecados.jpg,full,alinhar_dir_caixa]Depois de realizar um estudo de um ano com 50 CIOs de grandes empresas, a Unisys reformulou ofertas do seu portfólio de application services para modernização de infra-estruturas de tecnologia da informação.

As conclusões do levantamento apontaram que as organizações normalmente enfrentam sete obstáculos principais na tentativa de modernizar seus sistemas e aplicativos de TI antigos com ferramentas de última geração. Para superar essas barreiras, a Unisys utilizou sua experiência em serviços para apoiar, gerenciar e renovar as famílias de aplicativos dos clientes.

Esses serviços, segundo a empresa, têm por objetivo ajudar os clientes a reduzir o custo total de propriedade dos aplicativos entre 10% e 40%.

As sete principais dificuldades apontadas pela pesquisa para fazer com que os projetos de modernização decolem são:

Custo – Apesar da possível redução de custos em virtude da modernização da sua TI, as organizações encontram dificuldades para obtenção das verbas iniciais para financiar os projetos de modernização;

Risco – As empresas enfrentam riscos consideráveis para seus negócios enquanto realizam mudanças nos aplicativos de negócios de missão crítica;

Inércia – Para muitos executivos de TI, a modernização não gera nenhuma recompensa pessoal clara, especialmente quando tudo está funcionando bem;

Tempo – Os projetos de modernização são complexos e exigem um tempo considerável de planejamento e homologação, o que significa um prazo maior para obter os benefícios;

Informação – Muitos fornecedores oferecem muitos produtos e serviços – e pouca informação independente que ajude as organizações a fazer o investimento mais inteligente para seus ambientes específicos;

Equilíbrio – Com os problemas urgentes de negócios e manutenção de TI sempre em primeiro plano, os projetos de modernização passam rapidamente para o fim da lista de prioridades;

Qualidade de Serviço – As empresas desconfiam de mudanças realizadas com novas tecnologias que podem comprometer o serviço e o desempenho dos sistemas existentes.

Apesar dessas barreiras, as organizações também reconhecem a necessidade de tomar a iniciativa de evoluir e atualizar a infra-estrutura de TI e os aplicativos para aproveitar a velocidade, a flexibilidade e as vantagens de custo das tecnologias modernas, como software livre e arquitetura orientada a serviços (SOA).

Fonte: Redação do TI Inside

Forrester: migre para o Vista, não espere pelo Windows 7

[img:logo_microsoft_vista.jpg,full,alinhar_esq_caixa]As empresas deveriam pensar duas vezes antes de decidirem não migrar para o Windows Vista e deveriam começar o mais cedo possível a atualizarem suas máquinas para o novo sistema da Microsoft, de acordo com um relatório independente da Forrester Research.

O relatório, “Building the Business Case for Windows Vista“, diz que existem muitas razões para atualizar agora, mesmo que a opção de evitar o Vista e esperar pelo Windows 7 pareça mais viável. A empresa publicou um segundo relatório, “Lessons Learned from Early Adopters of Windows Vista” para mostrar como alguns usuários lidaram com suas migrações.

A Forrester forneceu cinco razões para as empresas migrarem logo, incluindo o fato de que existem poucas alternativas viáveis dada a penetração do Windows no mercado corporativo. A empresa informou que suas pesquisas de hardware mostram que o Windows é o sistema operacional encontrado em 99% dos PCs na América do Norte e Europa. Além disso, o Windows é o sistema operacional presente em 97% dos PCs em pequenas empresas, informou a Forrester.

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Microsoft recruta parceiros em programa de gestão

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A Microsoft Brasil lançou o novo programa que visa a conquista de parceiros especializados em soluções de gestão Enterprise Resource Planning (ERP), denominado Sundance.

Com o objetivo de alcançar a liderança no mercado nos próximos três anos, a companhia está recrutando pequenas empresas fornecedoras de ERP baseado na plataforma Microsoft que queiram migrar a base de clientes para o Dynamics ERP.

Com o programa, os parceiros podem reduzir em até 70% o tempo dedicado ao desenvolvimento de software pelos seus profissionais. Voltado para desenvolvedores de software de gestão com uma base mínima de 250 clientes ativos ou 2.500 usuários, o programa busca foco total no crescimento do seu negócio ou na customização do Dynamics ERP para necessidades específicas dos clientes.

O Sundance prevê a capacitação da equipe profissional dos parceiros. Os cursos devem preparar para a obtenção de certificações oficiais da Microsoft.

Melhores práticas garantem 90% de um projeto, diz Gartner

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Integração, melhores práticas e pessoas. Esses foram os principais fatores destacados pelos especialistas do Gartner para o sucesso de projetos de SOA e BPM. De acordo com Frank Kenney, diretor de pesquisa da instituição, o maior desafio, hoje, é fazer com que empresas de todos os segmentos alcancem maiores níveis de agilidade e menor custo de operações, assim como os principais players do mercado de TI.

Nesse sentido, o Gartner tem recomendado a seus clientes reestruturações de processos e desenvolvimento de arquiteturas orientadas a serviços. Para Jess Thompson, vice-presidente de pesquisas para aplicações e integração, no futuro, empresas não mais comprarão sistemas prontos e nem os construirão. “A idéia é que, de agora em diante, cada companhia componha seus sistemas de acordo com as ferramentas que já possui. E é nesse contexto que a integração – não só de TI, mas de toda estrutura corporativa – é essencial. Não se pode desperdiçar ferramentas nem dados”, explica o executivo.

Entretanto, Thompson alerta que, tanto desenvolvedores de soluções como de processos devem estar atentos aos diferentes níveis de necessidade de cada cliente. Segundo ele, o sucesso da implementação de SOA e novos processos está em 10% de infra-estrutura e em 90% de melhores práticas.

E é aí que os usuários tornam-se peças-chave. De acordo com Janelle Hil, vice-presidente de pesquisa e BPM do Gartner, essas mudanças envolvem toda a estrutura da corporação. “Dessa forma, todos devem estar envolvidos, é uma ação conjunta”, alerta a executiva.

Fonte: Patricia Lisboa – Decision Report

Baseado em modelo de Dansette