[img:crise_a__rea.jpg,resized,alinhar_esq_caixa]Com falta de vôos, advogados trocaram os aeroportos pela internet. Videoconferências e telefone são altertivas para não perder clientes.
Ver origem da matéria no G1, com informações do Jornal Nacional
A dificuldade de deslocamento causada pela crise aérea tem afetado a rotina de quem costumava utilizar a ponte aérea Rio-São Paulo para fechar negócios, como é o caso do escritório do advogado Marcos Pagliaro: com sede em São Paulo, ele tem uma filial no Rio e uma em Brasília, além de clientes de várias partes do Brasil e do exterior.
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Com a falta de vôos, os advogados trocaram os aeroportos pela internet. Discutem processos e combinam estratégias por meio de videoconferências. Embora a ferramenta amenize a situação, não resolve o problema: quando há audiência na Justiça, a presença virtual não vale.
“Meu sócio tem uma audiência na semana que vem e não tem vôos. Meu cliente, graças a Deus, fretou um jatinho para que ele pudesse comparecer “, diz Pagliaro.
O consultor Silvio Celestino também encontrou novas maneiras de fazer contato com clientes. “Hoje está mais fácil atender na Europa, que eu atendo pela internet, do que no Brasil, que eu preciso me deslocar. A alternativa é fazer por telefone, postergar ou mesmo cancelar o atendimento até que essa crise se resolva”.
A procura por passagens rodoviárias nas capitais aumentou 35%. Para conseguir um lugar no ônibus, é preciso comprar com antecedência. “Vim hoje para comprar passagem para segunda-feira, e já acabaram”, diz o estudante Gilberto Sredni.
[img:Crackers.jpg,full,alinhar_dir_caixa]Num mundo conectado pela web, as empresas encontram mais dificuldade para proteger seus dados
Ver origem da matéria de Ricardo Cesar e Marcelo Onaga – Exame
A dois dias do Natal de 2005, o engenheiro Sérgio Henrique Miorin pediu demissão da subsidiária brasileira da Kromberg & Schubert, empresa alemã do setor de autopeças, para assumir uma posição numa concorrente mundial da companhia, a também alemã Leoni. Meses depois, um dos novos colegas de Miorin, incomodado com o sucesso repentino do novo funcionário, tomou uma atitude incomum. Enviou e-mails anônimos à diretoria da Kromberg levantando a suspeita de que Miorin tivesse roubado informações estratégicas da empresa. As mensagens incluíam a planta da fábrica da Kromberg e até mesmo esquemas de montagem de produtos e projetos de peças ainda não lançadas no país. Os responsáveis pelo furto nem sequer se deram ao trabalho de mudar o nome dos arquivos, que começavam com a sigla KSBR (iniciais de Kromberg & Schubert do Brasil), seguida de números. A Kromberg acionou seus advogados e, no fim do ano passado, conseguiu um mandado de busca e apreensão para analisar os computadores da Leoni. Lá, os policiais encontraram tudo o que a denúncia indicava. O caso ainda segue na Justiça. Miorin e o presidente da Leoni, José Parolin, preferiram não se manifestar sobre o incidente.
Trata-se de um caso típico de furto de segredos industriais, mas com uma diferença fundamental: o criminoso não precisou de habilidade para cometer o delito. Bastavam a ele o acesso a um computador equipado com um gravador de CDs e uma senha para a rede da empresa — ou seja, foi a própria vítima quem colocou a arma nas mãos do autor do crime. Esse é um lado obscuro do crescente uso da tecnologia no dia-a-dia das empresas. A digitalização das informações aumenta a produtividade dos indivíduos e dos negócios, mas também abre um novo e complexo problema relacionado à segurança, especialmente quando os computadores estão conectados à internet. “Com a web, as empresas se abriram mais para o mundo, mas o risco aumentou substancialmente”, diz Edgard D’Andrea, sócio responsável pela área de serviços de segurança da PricewaterhouseCoopers. Isso significa vigilância constante e investimentos cada vez maiores. Segundo a consultoria IDC, o mercado mundial de equipamentos, software e serviços de segurança da informação vai movimentar um volume superior a 100 bilhões de dólares neste ano. Mas, assim como não bastam trancas e muros para proteger uma casa, só dinheiro não é suficiente para resolver o problema. Depois do incidente, os executivos da Kromberg bloquearam os gravadores de CDs dos micros e impuseram controles para o uso de dispositivos de armazenamento portáteis, como os chaveiros de memória. Agora, apenas um profissional tem permissão de fazer cópias de arquivos. As medidas evitarão novas dores de cabeça, mas não podem ressarcir o prejuízo que já aconteceu.
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Ver origem da matéria no baguete.com.br
O III Encontro Tecnologia da Informação e Comunicação na Construção Civil – TIC 2007, realizado nesta quarta-feira, 11, em Porto Alegre, apresentou um panorama das possibilidades de mercado para a tecnologia no segmento de construtoras, incorporadoras, empresas de engenharia e afins. Segundo a especialista na área, Maria Angélica Covelo e Silva, diretora da NGI Consultoria, as grandes apostas são sistemas de ERP, CRM e web.
“A cadeia produtiva da construção civil é muito abrangente. É preciso pensar além das construtoras, que são a ponta do negócio – por trás delas há as empresas de planejamento, de engenharia e arquitetura, os fabricantes de materiais e muitos outros. A TIC tem possibilidade de vender para todos estes segmentos”, afirma Maria Angélica. “Dentre as ofertas, as mais aceitas são o CRM, os serviços web, que possibilitam a visualização de obras antes do lançamento real, e o ERP. Nesta área, o favorito é o SAP, por processar grandes quantidades de itens”, completa.
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Especialista em estresse diz que trabalhar de uma forma inteligente é a melhor maneira de lidar com as pressões de um mundo globalizado.
Ver origem da matéria por Suzana Naiditch na Exame
Autor de mais de uma dezena de livros sobre estresse no ambiente de trabalho e consultor de empresas para programas de prevenção e tratamento, o americano James Quick defende que uma atitude equilibrada no escritório, além de ser fundamental para a saúde dos executivos, ajuda no andamento dos negócios.
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