Pacotes básicos de segurança não protegem as redes sem fio, diz ISS

Da Redação do TI Inside – Segunda-feira, 26 de Março de 2007, 23h48

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A Internet Security Systems, empresa da IBM, divulgou um comunicado de sua equipe de pesquisa e desenvolvimento, o X-Force, que aponta uma grande fragilidade das empresas em relação às novas ameaças elaboradas especificamente para ataques ao perímetro das redes sem fio. De acordo com o X-Force, embora muitas das questões de segurança wireless possam ser tratadas da mesma forma que o modelo tradicional, é preciso desenvolver uma estratégia de administração da rede sem fio que inclua tecnologias de proteção contra intrusos e malware, além das tradicionais encriptação e autenticação, assim como redes privadas virtuais, gerenciamento de identidades e protocolos de segurança específicos.

A equipe do X-Force, observa que por tratar-se de um mercado em constante evolução tecnológica, inúmeras companhias ainda não investem nas medidas de segurança necessárias para proteção das redes e dispositivos móveis, tornando-se alvo de ataques maliciosos. “É fundamental que os departamentos de TI controlem os dispositivos conectados de forma remota, para que possam identificar e prevenir os ataques em rede. Além disso, o treinamento do usuário final também é importante, especialmente quando esses terminais são utilizados para fazer downloads via internet”, explica o gerente de soluções da ISS para a América Latina, Marcelo Bezerra.

As conseqüências desses ataques podem ser severas, segundo ele, implicando em perdas financeiras, complicações legais e danos à imagem e reputação das empresas, por isso, é preciso estar atento às ameaças de segurança emergentes.

Cinco mitos sobre o uso do Skype em sua empresa

Por Michael Gough, do Computerworld/EUA – Atualizada em 22 de março de 2007 às 11h24

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São Paulo – À medida que o serviço se populariza entre as empresas, cresce também algumas dúvidas sobre a segurança da ferramenta.

Empenhado em abocanhar uma fatia maior do mercado corporativo, o serviço de comunicação via internet Skype informou, no fim do ano passado, que tem entre suas prioridades a inclusão cada vez maior de funcionalidades adequadas ao mercado corporativo em suas novas versões.

De fato, o serviço tem cativado as empresas, e a adoção desse tipo de ferramenta tem crescido. Entretanto, junto com o incremento no uso, têm aumentado também as dúvidas dessas mesmas corporações, entre elas sobre quão perigoso é o Skype para suas redes em termos de brechas de segurança.

Para solucionar algumas dessas questões, o especialista norte-americano Michael Gough elaborou um guia com cinco passos. Confira o que é verdade e o que é mito sobre as vulnerabilidades do Skype.

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Sistema da Microsiga agiliza atendimento a foliões na Axé Mix

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Da Assessoria-Redação do Olhar Direto – 15/02/2007 às 17:12

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Utilização da ferramenta Protheus evita formação de filas na entrega de abadás

A rapidez e a eficiência no atendimento aos foliões tem sido o diferencial da Axé Mix, empresa do grupo de Ivete Sangalo, durante a venda e a entrega de abadás para o Carnaval. Essa agilidade é resultado da utilização do Protheus, sistema integrado de gestão empresarial, fornecido pela Microsiga, empresa especializada no desenvolvimento de negócios, tecnologias e soluções de gestão empresarial. A Microsiga ocupa hoje a posição de líder no mercado de software de ERP (Enterprise Resource Planning)/ CRM (Customer Relationship Management), que são sistemas de soluções e informações, no segmento em que atua.

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Erro humano responde por três em cada quatro casos de perda de dados

Por Tash Shifrin (editora do Computerworld UK, em Londres), para o IDG Now! – 12 de março de 2007 às 12h30

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Um quinto das companhias é afetado por 22 ou mais perdas de dados em um ano, diz estudo da IT Policy Compliance Group.

Os erros humanos respondem por três quartos de todos os incidentes em que dados sensíveis foram perdidos, revelou uma nova pesquisa.

O estudo da IT Policy Compliance Group diz que um quinto das companhias é afetado por 22 ou mais perdas de dados em uma ano, com informações de clientes, de funcionários e da área de tecnologia, dados financeiros e corporativos sendo roubados, perdidos ou destruídos.

A pesquisa revela que os erros dos usuários são responsáveis por metade das perdas de dados, com a violação de políticas – seja proposital ou acidental – respondendo por outros 25%.

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Baseado em modelo de Dansette