A virtualização da TI
Um assunto que está entrando na pauta de muitos empresários é a possibilidade de virtualizar a TI de seu negócio.
Uma série de artigos estão sendo publicados sobre o assunto e não tenho por objetivo tratar aqui do assunto propriamente dito, mas de como os empresários devem ver estes artigos.
Muitos artigos são traduções de pesquisas feitas na Europa ou nos EUA, com estatísticas destas regiões, que diferem muito da realidade no Brasil.
Os pontos que mais chamam a atenção são quanto qualidade e disponibilidade de infra-estrutura e de mão-de-obra especializada.
Com relação a infra-estrutura há de se considerar que algumas regiões do Brasil ainda carecem de acesso confiável à Internet, que passa a ser um limitador importante em processos de virtualização. Em contra partida a mão-de-obra especializada é encontrada mais facilmente nos grandes centros e neste caso a virtualização ajuda a levar esse profissional às áreas mais distantes.
Nas regiões mais afastadas dos grandes centros é comum identificar empreendedores que querem ter sob seu comando a estrutura inteira de que necessitam, assim como estoques altos de itens importantes, como forma de se prevenir quanto a desabastecimento que pode afetar seu negócio. Nestes casos falar em virtualização é quase um crime.
Cada negócio possui um perfil que identifica a viabilidade ou não de se pensar em virtualização. Há inclusive a opção de virtualizar apenas parte da TI. O importante é avaliar a disponibilidade do serviço e o quanto ele afeta o negócio caso venha a faltar, e se essa falta tende a ser maior ou menos que na opção de TI própria.
Muitos artigos podem ser encontrados na web, mas fica a recomendação para prestar muita atenção nas premissas de cada pesquisa, uma vez que pequenas variações podem comprometer a decisão a ser tomada.
Claro que uma consultoria sempre pode alertar quanto a detalhes que podem passar desapercebidos, e é nisso que a GHERPELLI Consultoria foca parte de seus serviços. Faça um contato para avaliarmos a possibilidade de assessorar numa análise de custo x benefício x risco!! Viste nosso site e faça contato conosco sem compromisso.
Sem comentários »Investimentos enxutos em TI
Investir em TI já era uma tarefa que exigia muito cuidado… com a crise virou um desafio digno de estratégias de guerra!
Não apenas os cuidados com os equipamentos e instalações, mas com as atualizações dos aplicativos e sistemas de gestão passaram a ser objeto de um planejamento meticuloso para evitar comprometer o caixa e os resultados da empresa.
Não se pode deixar de considerar que a crise afeta tanto as empresas compradoras quanto as fornecedoras, fazendo com que novas situações comerciais comecem a ser criadas. Esse é um ponto que vai exigir um mente aberta na negociação.
Algumas dicas que foram colocadas num artigo sobre como cortar custos de software publicado pela ComputerWorld merece leitura. Na seqüência apresento os pontos com alguns comentários pessoais…
- Prestar atenção à guerra de preços – Com a crise apertando todos os fornecedores, as ofertas aumentam, e sempre que se disser que um fornecedor oferece uma solução mais barata, a concorrência corre para cobrir. O cuidado nessa hora é de que o “desconto” não acabe levando a a compra de um “mico” (será entregue algo que está longe de ser o que se esperava, e ai vem a briga que sempre acarreta em perda de tempo e dinheiro)
- Considerar – com cuidado – reduzir custos com manutenção – Essa é uma recomendação que deve ser tratada com muito cuidado e pesando muito as conseqüências, afinal de contas é necessário avaliar o que a empresa sofrerá no caso de precisar, e não possuir, de uma manutenção emergencial. O melhor caminho é buscar renegociar, de forma a garantir que o que for crítico esteja seguro.
- Abrir o jogo na negociação – Ter no seu fornecedor um parceiro e não um inimigo é a filosofia neste ponto. Dizer quais as condições que pode honrar e que seriam ideais para fazer o negócio pode facilitar a negociação quando o fornecedor não tiver problemas em atender ao proposto. Considere que o fornecedor dificilmente saberá qual a forma comercial que menos impactará no seu negócio!
- Outros benefícios – Esse é o cerne de uma negociação bem sucedida! Quando a negociação do preço e das condições de pagamento estiverem exauridas, é o caso de avaliar os benefícios, ou “brindes”, que podem fazer parte. Treinamentos, serviços esporádicos (manutenção preventiva) ou outros benefícios que possam estar ociosos no fornecedor e que “não custa” oferecer cordialmente, ou a custo reduzido…
- Considere novos modelos de acordos – Com a crise os fornecedores criam intensamente novos modelos de prestação de serviço, venda e de cobrança de licenças; é importante verificar constantemente se não há uma nova modalidade que seja mais adequada ao seu negócio.
- Procure alternativas – Algumas soluções alternativas mais econômicas podem ser obtidas quando se observa o que o mercado está usando. Acompanhar publicações da área, analisar o que parceiros usam, e até mesmo ver o que a concorrência está usando. Cuidado apenas no que se perde, uma vez que são poucas as situações em que a redução de custo não traz a perda de alguma funcionalidade
- Fornecedores menores como alternativos – Não é sempre que o menor é mais barato, pode ser sim mais adequado às necessidades, mas muito cuidado – milagres são raros!
Se a empresa que busca investimentos enxutos de TI não dispuser de profissionais próprios que entendam da complexidade tecnológica envolvida é recomendável buscar apoio em empresas de consultoria especializadas, o retorno do investimento nestes serviços especializados poder ser até mesmo objeto da negociação do serviço…
Desejando mais informações quanto a estas assessorias consulte os sites da SANNA Consultoria Empresarial ou da GHERPELLI Consultoria.
Sem comentários »Governança familiar
Sucessão em empresas familiares é tema de diversos livros e artigos, sendo a solução mais aplicada para proteger as empresas nesta situação é a criação de conselhos de administração.
O conselho de administração dita a missão da empresa, e valida as metas a serem atingidas pela gestão da empresa, nesta situação o principal executivo passa a ter de ser aprovado por este conselho e pode ou não um membro da família. Nos casos em que este executivo não atender às expectativas ele será “profissionalmente” afastado, eliminando o problema de lidar com esta situação de forma pessoal.
Os conselhos de administração são formados normalmente pelos membros da família (herdeiros) e em alguns casos por pessoas que notoriamente agregam à tomada de decisão suas bagagens profissionais, mesmo não sendo membros da família.
A disponibilidade de informações gerenciais confiáveis tanto para a equipe de gestores como para os membros do conselho é fundamental para manter o bom andamento da empresa. Estruturar essas informações é de vital importância e a maioria dos sistemas de gestão atuais estão prontos para atender a esta necessidade, mas o importante é definir claramente as informações que serão disponibilizadas para cada “publico”, e é neste momento que a GHERPELLI Consultoria e a SANNA Consultoria Empresarial assessoram tanto as equipes de TI como os gestores e os conselhos quanto a quais informações devem estar disponíveis para cada grupo de usuários.
Um artigo sobre a sucessão de empresas que vale a leitura é reproduzido a seguir, boa leitura.
Sem comentários »Sucesso na gestão de projetos
Com relação a gestão de projetos poderíamos nos estender por um longo tempo discutindo diversos pontos, já que este assunto é até tema de cursos avançados de pós-graduação.
Quanto a se ter uma receita mágica para se obter sucesso na gestão de projetos seria dizer que existe uma fórmula perfeita, a qual não é usada pois nem todos buscam o sucesso!
Como as consultorias precisam vender seus serviços, e este tipo de assessoria não é embalado e colocado numa prateleira de mercado, são criados conceitos que são formatados de forma a transmitirem a idéia aos potenciais clientes.
Pois bem, um dos pacotes que existe para garantir o sucesso na gestão de projetos é o “Q.X. - Quociente de execução”, criado pelo guru norte-americano Stephen Covey. Para medir o Q.X., é feita uma avaliação abordando os seguintes aspectos da relação entre o líder e sua equipe:
- Existe clareza quanto as metas, ou seja, se todos sabem o que estão buscando?
- O líder conseguiu passar para todos o que é necessário fazer para atingir as metas?
- Comprometimento da equipe com as tarefas que são colocas pelo líder.
- Qualificação técnica necessária para desenvolver suas atividades.
- Espírito de equipe, as pessoas confiam umas nas outras?
- Responsabilidade, verificando se as pessoas estão sendo devidamente cobradas em relação a suas metas.
A partir desses seis fatores, é possível chegar a um diagnóstico sobre qual é a capacidade de execução de um líder.
Existem situações em que uma empresa verifica que um projeto especial é muito específico e que a liderança que se faz necessária não está disponível em seus quadros. Nestes casos a alternativa pode ser a contratação de mais profissionais, ou de uma empresa de consultoria para gerir esses projetos especiais, e até mesmo executar algumas das tarefas, aliviando a carga sobre o pessoal da empresa.
A assessoria externa é mais uma peça que pode se encaixar na estrutura da empresa de forma a aumentar a capacidade de realização e de sucesso na gestão de projetos.
Esta é mais uma atividades que é desenvolvida pela GHERPELLI Consultoria, e pela SANNA Consultoria Empresarial, e que tem tido sucesso em todas as empreitadas até hoje. Se tiver interesse em mais informações não deixe de entrar em contato (os sites possuem indicação de como fazer os contatos).
Sucesso!!!
Sem comentários »A Microsoft está chegando…
A Microsoft está chegando no mercado brasileiro de soluções para empresas, a solução de ERP da Microsoft. O Dynamics está começando a incomodar o que era um mercado dominado pelas tradicionais Totvs (união nacional das marcas Microsiga, RM, Logocenter e Datasul), SAP e Oracle.
Neste momento de crise as soluções de gestão passam a ser um investimento que pode diferenciar a empresa que sobreviverá ou sucumbirá, afinal de contas a agilidade na gestão operacional e estratégica será determinante para fazer frente a concorrência na luta pela sobrevivência.
Vale a pena a leitura da reportagem de feita por Rodrigo Caetano, repórter do COMPUTERWORLD, com Maurício Prado, gerente geral da divisão de Business Solutions da Microsoft, tratando sobre o crescimento e estratégias da gigante.
Quem estiver pensando em implantar ou trocar o sistema de gestão não deve deixar de dar atenção a mais esta opção.
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