Computação na nuvem

imageA computação nas nuvens está entrando cada vez mais na lista das opções para as empresas, cabe avaliar cuidadosamente se são nuvens calmas ou tempestades.

Os benefícios na adoção desta solução são enormes e indubitavelmente são a tendência para as empresas cujo negócio principal não seja tecnologia.

A globalização ensinou os empresários a focarem em seus negócios, terceirizando tudo o que não fosse a atividade principal, mas também mostrou que as parcerias devem ser muito sólidas para que a cadeia de produção não fique interrompida no caso de algum problema com algum fornecedor.

No caso da computação da nuvem existem dois grandes fatores a serem considerados:

  1. Capacidade do fornecedor do serviço atender às necessidades da empresa; e
  2. Conectividade entre a empresa e a “nuvem”.

A seleção quanto a capacidade de serviço é similar a seleção de fornecedores diversos e neste ponto os empresários já possuem bastante experiência, basta levantar corretamente as necessidades tecnológicas atuais e futuras.

A questão da conectividade é que ainda considero ser o grande problema. Não apenas com relação a definição dos parâmetros que devem nortear a contratação deste serviço, mas também com relação ao oligopólio existente – contamos com as operadoras de serviços de comunicação, das quais todos temos a experiência com relação a qualidade dos sinais de celulares e capacidades de manter as linhas operacionais.

A conectividade depende da capacidade tanto da empresa que contrata quanto do prestador de serviços acessarem a “nuvem” de forma ininterrupta e considero que a infraestrutura atual em grande parte ainda é precária neste sentido.

Não bastando isso temos as regras empresariais e fiscais que exigem que a empresa esteja conectada aos seus sistemas de gestão de forma a poderem operar (faturar), e a impossibilidade de faturar durante um “problema” é cada vez mais inadmissível. O custo de se ficar sem poder faturar por estar “sem sistema” muitas vezes é maior que o investimento para ter o sistema fora da “nuvem”, e isso é o que fará as empresas demorarem a adotar esta solução.

A tem desenvolvido planos de contingencia de sistemas, avaliando o quanto uma empresa pode ficar sem um sistema e nesta avaliação se faz possível mensurar se o custo de investimento na “nuvem” já pode ser cogitado pelas empresas.

Além de entrar em contato conosco para maiores esclarecimentos, recomendamos a leitura do recente artigo publicado na Computerworld: “Cinco questões que devem ser feitas para adoção da nuvem” que aborda alguns dos pontos que devem ser considerados no planejamento quando a adoção de serviços na “nuvem”.

imageResumindo: Consideramos que as nuvens ainda estão em testes, servindo para serviços não essenciais, mas que em breve teremos céu claro com nuvens propícias ao voo, hoje ainda estamos com muitas turbulências!

Lidando com a complexa TI

CIORecente artigo publicado na Computerworld mencionando “Três dicas para vencer desafios do ambiente de TI” me chamou atenção pela simplicidade e foco contido nas dicas.

Os exemplos apresentados no artigo se referem a certas situações, mas que a analogia quando se trata de sistemas de gestão empresarial e toda a infraestrutura que se faz necessária para suportar sua operação é a que apresento a seguir:

  1. Avaliar o software quanto às suas vulnerabilidades – saber se o software está bem feito avaliando o código seria o ideal, mas  não é acessível por leis de propriedade intelectual. A opção quando não se pode analisar o código-fonte passa a ser a pesquisa de satisfação de outros clientes e a comparação com sistemas similares existentes. Ideal neste caso é tabular os requisitos a serem analisados e a importância de cada um, criando uma matriz de avaliação.
  2. Mudar de fornecedor em vez de alterar expectativas – na linha análise mencionada anteriormente, ao se determinar uma matriz de avaliação, na qual conste a solução atualmente em uso. A comparação “continua” poderá indicar que a troca pode ser mais interessante do que tentar remediar. Esta é uma avalição que exige muita personalidade do gestor, que irá assumir que mudanças são necessárias, não necessariamente por uma opção feita errada no passado, mas por uma tendência de evolução técnica que não correspondeu às expectativas originais.
  3. Correção rápida – demorar em agir pode ser o pior, aumentando a dificuldade em acatar uma mudança! Não se pode sair mudando sem critério, mas demorar a agir pode comprometer todo o negócio!

PDCA

Estes pontos veem ao encontro do PDCA (Planejar, Desenvolver, Conferir e Agir), ou seja, é necessária constante avaliação do que se tem e do que se precisa fazer para cada vez mais melhorar, e representa o cerne dos trabalhos desenvolvidos por nossa empresa. Assessoramos nossos clientes a usar o padrão PDCA na gestão de seus trabalhos e planejamento contínuo. Para mais informações de como podemos assessorar neste sentido,  entre em contato com a GHERPELLI Consultoria que teremos muito prazer explanar nossos serviços.

Não adianta planejar se não acompanhar e aprender com os erros

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Muito se fala de planejamento estratégico e de orçamentos, das diversas técnicas de elaboração e dos cuidados necessários para não subestimar ou extrapolar as metas e prazos.

Já não se fala tanto no acompanhamento e no constante ajuste que se faz necessário aos planos. è fato que a dinâmica dos negócio faz com que diversas premissas mudem ao longo do tempo e que ajustes devam ser feitos.

Estes ajustes só podem ser identificados se temos a prática de acompanhar o realizado contra o previsto, identificando as distorções, entendendo o que ocorreu e realizando os ajustes necessários no planejamento. este tipo de ajuste durante o processo é vital para manter alinhado o que se planeja com o que se poderá obter, verificando ainda se os resultados do plano ainda atendem aos macro objetivos esperados.

Voltando ao que se fala, temos muito pouco dito no que tange à analise do que se previu originalmente e o que se atingiu efetivamente, avaliando a qualidade do trabalho original e tirando disso a lição de como melhorar nos próximos planos.

A alegria de concluir um plano é tamanha, que poucos dedicam um tempo a tirar as lições da evolução do planejamento. Falta lembrar de colocar no plano a avaliação do próprio plano!

A validação de um plano é fundamental para solidificar a importância do mesmo, mostrando a importância de se ter uma linha a seguir, e que esta linha é confiável!

“Exemplo” de planejamento

Num de nossos clientes tivemos a oportunidade de elaborar o planejamento orçamentário para um determinado exercício fiscal (período de 12 meses), e ao concluir o exercício identificamos rapidamente que, mesmo com acréscimos e decréscimos de receitas e despesas chagamos ao final com uma variação inferior a 1% do previsto!

Teria sido uma grande conquista se a direção da empresa, sem considerar a importância de se ter tido uma linha mestra a a seguir, não tivesse definido que: “Com base no sucesso que tivemos no planejamento do exercício anterior, resolvemos considerar para o próximo um plano idêntico, acrescendo todos os valores em 10%”.

Definir um planejamento por um indexador único é algo um tanto “questionável”, uma vez que deixa de avaliar uma séria de variações que ocorreram ao longo do processo… resultado desta “estratégia”… 2 meses se passaram… nada está dando certo, perderam o controle, e estamos tendo de fazer um novo orçamento às pressas.

Moral da história: Após um árduo trabalho para elaborar o plano orçamentário inicial, a alta direção não entendeu os conceitos aplicados tanto para a elaboração como para os ajustes e colocou à perder a experiência adquirida.

“Não adianta planejar se não acompanhar e aprender com os erros”. Nossa consultoria luta constantemente para que as empresas não percam o foco na constante necessidade de planejar continuamente suas ações. Em alguns casos temos sido chamados para acompanhar a evolução dos planos e validar alterações e planos de continuidade, aportando nossa experiência em priorizar os fatos relevantes que podem comprometer a qualidade final esperada.

Caso tenha interesse em mais detalhes, entre em contato com a GHERPELLI Consultoria para avaliarmos um plano de trabalho!

Boas festas

A GHERPELLI Consultoria deseja à todos um Feliz Natal e um próspero 2012.

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São os votos de nossos colaboradores e parceiros.

Baseado em modelo de Dansette