Computação na nuvem
A computação nas nuvens está entrando cada vez mais na lista das opções para as empresas, cabe avaliar cuidadosamente se são nuvens calmas ou tempestades.
Os benefícios na adoção desta solução são enormes e indubitavelmente são a tendência para as empresas cujo negócio principal não seja tecnologia.
A globalização ensinou os empresários a focarem em seus negócios, terceirizando tudo o que não fosse a atividade principal, mas também mostrou que as parcerias devem ser muito sólidas para que a cadeia de produção não fique interrompida no caso de algum problema com algum fornecedor.
No caso da computação da nuvem existem dois grandes fatores a serem considerados:
- Capacidade do fornecedor do serviço atender às necessidades da empresa; e
- Conectividade entre a empresa e a “nuvem”.
A seleção quanto a capacidade de serviço é similar a seleção de fornecedores diversos e neste ponto os empresários já possuem bastante experiência, basta levantar corretamente as necessidades tecnológicas atuais e futuras.
A questão da conectividade é que ainda considero ser o grande problema. Não apenas com relação a definição dos parâmetros que devem nortear a contratação deste serviço, mas também com relação ao oligopólio existente – contamos com as operadoras de serviços de comunicação, das quais todos temos a experiência com relação a qualidade dos sinais de celulares e capacidades de manter as linhas operacionais.
A conectividade depende da capacidade tanto da empresa que contrata quanto do prestador de serviços acessarem a “nuvem” de forma ininterrupta e considero que a infraestrutura atual em grande parte ainda é precária neste sentido.
Não bastando isso temos as regras empresariais e fiscais que exigem que a empresa esteja conectada aos seus sistemas de gestão de forma a poderem operar (faturar), e a impossibilidade de faturar durante um “problema” é cada vez mais inadmissível. O custo de se ficar sem poder faturar por estar “sem sistema” muitas vezes é maior que o investimento para ter o sistema fora da “nuvem”, e isso é o que fará as empresas demorarem a adotar esta solução.
A GHERPELLI Consultoria tem desenvolvido planos de contingencia de sistemas, avaliando o quanto uma empresa pode ficar sem um sistema e nesta avaliação se faz possível mensurar se o custo de investimento na “nuvem” já pode ser cogitado pelas empresas.
Além de entrar em contato conosco para maiores esclarecimentos, recomendamos a leitura do recente artigo publicado na Computerworld: “Cinco questões que devem ser feitas para adoção da nuvem” que aborda alguns dos pontos que devem ser considerados no planejamento quando a adoção de serviços na “nuvem”.
Resumindo: Consideramos que as nuvens ainda estão em testes, servindo para serviços não essenciais, mas que em breve teremos céu claro com nuvens propícias ao voo, hoje ainda estamos com muitas turbulências!

















